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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A menina Eloísa, em busca do sentido, na serra gaúcha...

No outro dia, saíram ele e Eloísa num passeio tranqüilo pelas ruas românticas, quase desertas de Mutum, havia no olhar dos dois um pouco de angustia, um pouco de prazer, num misto de amor e surpresa, ela, desejava gritar ao mundo o tamanho do seu amor, ele, queria dizer aos céus da grandeza da sua surpresa, Elô, aquela doce menina do ginásio, daquele curso de Inglês, das tardes no 2º grau, estava ali, ao seu lado, passou o tempo, ela tornara-se uma moça linda, espetacular, certinha...
_Então, disse ele, vamos ao Rio aproveitar as férias?
Ela encostou-se bem a ele, colou seu rosto lindo ao seu ombro,deixando-o envolvido aos cabelos longos cabelos castanhos puxou-o bem ao seu ladinho, trançou sua perna à perna dele e saboreou daquela boca mais um beijo, longo, profundo, demorado...
_Meu amor, quem sabe a gente vai a outro rio?
_Que rio?
_Tenho tanto desejo de conhecer o Rio Grande do Sul, ronronou ela, com uma voz macia, delicada, um pedido beirando a suplica, quase um grito de socorro.
_Rio Grande do Sul? Naquele frio?
_Hé, naquele frio, deve ser gostoso, tomar um bom vinho, ficar bem juntinho, uma lareira, um churrasco bem gostoso, um café colonial, sei lá um chimarrão gaucho, dizem que é amargo, mas um amargo gostoso, que corre de mão em mão, aquela serra linda, com um visual estonteante, ah, uma delícia, a gente fica beeem pertinho, coladinho e aos poucos vai passando o calor de um corpo para o outro, a noite muita coberta, muito aconchego, a madrugada olhar a geada nos campos, dizem que fica tudo branquinho, uma imagem inesquecível...
_Nossa você, está apaixonada pelo Rio Grande, então...vamos.
No outro dia, os dois rumavam de Nova Mutum para Cuiabá, o calor natural da região fazia com que a beleza de Eloísa estivesse exposta com uma saia clássica, um pouco acima dos joelhos, uma blusa solta deixava seus seios delicadamente a vontade, de modo que ele apenas ao deixar encostar a mão sentia-os palpitar, sentia rigidês natural daquela delicia juvenil, os cabelos soltos, com uma franja levemente caindo ao meio da testa, a barriguinha à mostra, denunciava a beleza quase escultural de Eloísa, a moça do aeroporto (não sei porque sempre achamos que é uma moça) anunciava que os passageiros com destino a Porto Alegre deveriam rumar ao portão de embarque, lá foram eles, talvez o mais belo casal daquele vôo, _Srs. passageiros ajustem os cintos, travem as mesinhas e boa viagem...Um vôo tranqüilo, ele encostou bem sua perna as delicadas pernas de Eloísa, ela recostou a cabeça à dele, os cabelos caiam ao colo do seu amado, que entertia-se a amaciar sua madeixas castanhas, o avião toma altura, ganha ao céu, lá em baixo ficam vidas, casinhas, um colchão de nuvens serve de testemunha àquele imenso amor, não pareciam apaixonados, sim muito mais cândido que isto, estavam, enamorados, encantados, ele alisa a pele macia, a tez suave de Eloísa, senti o calor daquele corpo juvenil, beijam-se como que para selar a maravilha de estar em pleno céu, a dois dias atrás sequer poderiam imaginar que naquele dia ainda não estavam experimentando a maravilha do paraíso, um passeio pelo frio gostoso do Rio Grande do Sul, esperava-os poderá lá ser ainda melhor? Para os amantes cada momento tem o seu valor ímpar, eles estavam ali, encantados um com o outro...
O comandante avisa que a temperatura local é baixa, 5º, ela encosta-se bem ao seu amor, frio, vai finalmente experimentar, o frio, a aeromoça anuncia, _Srs. Passageiros, favor travar mesinhas, afivelar cintos... Eles,se olham, um afivela o cinto do outro, lá em baixo a beleza do rio Guaíba, o Delta do rio Jacuí, aliado aos encantador visual de toda a beira rio, mostrava o belo cartão postal de Porto Alegre, cabe aqui um elogio especial, o visual da capital gaucha, visto de cima, é um dos mais bonitos do país, ficaram ali, encostadinhos, curtindo a aterrissagem mais romântica que já viveram, ao descer, a doce realidade, o frio, os gaúchos envolvidos em pesados casacos, mulheres bonitas com peles a aquecê-las, os dois pombinhos, desceram agarradinhos, coladinhos, para aquecer ao corpo um do outro, ao pisar em solo gaucho, envolvem-se num longo beijo, num demorado abraço, ela rodopia nos braços do seu amado comemorando tão belo e surpreendente momento, estava em terras gauchas, como um dia sonhara, mas jamais em um momento sequer, imaginara em tão doce e agradável companhia.
_Com frio? Perguntou ele.
_Muiiiiito, uma delícia, a gente treme, não consigo parar de tremer, é uma delicia este gelo, quero um casaco, um ponche, um cobertor, quero você meu amorzinho, todinho, juntinho, assim, coladinho quase dentro de mim, vem meu lindo, assim... envolveram côncavo e convexo, trançaram as pernas, beijaram-se loucamente, ficaram ali, enquanto a esteira vai trazendo suas malas, eles tentam de algum modo fazer dos dois um único corpo, um espaço anairóbico.
Um carro aguardava-os para transportar os dois amantes até a serra gaucha, aquele final de tarde, servira para a viagem até Gramado e Canela, lá o frio serrano, o clima aconchegante com certeza vai proporcionar aos dois inesquecíveis momentos de prazer, de amor, de tesão, de paixão, o frio gaucho é diferente do frio humano, ele aconchega, promove união, faz juntar os corpos, unir espaço, faz a gente fazer amor, uma delicia espera-os...
Por: Wcastanheira Da série o conto não pode parar, um mimo pra menina Eloísa,na sua busca desesperada por sentido, um carinho aos pedidos de continuar, muito obrigado a quem pediu, cantar minhas musas é um prazer deliciosamente delicioso, bjos, bjos.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Quartas feiras de Quintana, um presente anjelical!!

Este e o outro lado
Tenho uma grande curiosidade do Outro Lado.
(Que haverá do Outro Lado, meu Deus?)
Mas também não tenho muita pressa...
Porque neste nosso mundo há belas panteras, nuvens, mulheres belas,
Árvores de um verde assustadoramente ecológico!
E lá - onde tudo recomeça -
Talvez não chova nunca,
Para a gente poder ficar em casa
Com saudades daqui...
[Mario Quintana; Velório sem defunto, 1990]
O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você.
Mário Quintana
O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.
Mário Quintana
Por: Wcastanheira Nas quartas feiras de Quintana, pitadas do poeta, pequenos devaneios do saudaoso Vate!!Bjos, bjos.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

No dia da poesia, o poetinha carioca pra nós.

Essa mulher que se arremessa, fria
E lúbrica em meus braços, e nos seios
Me arrebata e me beija e balbucia
Versos, votos de amor e nomes feios.
Essa mulher, flor de melancolia
Que se ri dos meus pálidos receios
A única entre todas a quem dei
Os carinhos que nunca a outra daria.
Essa mulher que a cada amor proclama
A miséria e a grandeza de quem ama
E guarda a marca dos meus dentes nela.
Essa mulher é um mundo! - uma cadela
Talvez... - mas na moldura de uma cama
Nunca mulher nenhuma foi tão bela!
Soneto da devoção, VINICIUS de MORAES
Por Wcastanheira No dia do poeta, minha homenagem a quem tanto inspira-me à cantar e prosear minhas diletas musas, de algum modo seus anjos iluminam-nos.Bjos, bjos.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Uma bela letra dos meus conterrâneos Kleiton e Kledir, bons meninos!!

Paixão
"Amo tua voz e tua cor
E teu jeito de fazer amor
Revirando os olhos e o tapete
Suspirando em falsete
Coisas que eu nem sei contar
Ser feliz é tudo que se quer
Ah! Esse maldito fecho eclair
De repente a gente rasga a roupa
E uma febre muito louca
Faz o corpo arrepiar ..."
Kleiton e Kledir
Por:Wcastanheira Numa segunda feira, acho que está bom, nè?

domingo, 18 de outubro de 2009

A menina Eloisa, na busca do sentido.

Naquele dia ele voltava do Rio de Janeiro, para apenas umas férias na sua pequena e acolhedora Mutum, desfilava tranqüilo pela praça da cidade após sair da missa de final de tarde, o sol descia ao longe, translúcido entre belas nuvens, o calor parecia estar na escala máxima, ele usava sandálias macias, uma bela bermuda branca Pierre, camisa levemente aberta deixando à mostra o corpo atlético, usava belos óculos escuros , com cabelo levemente penteado para trás, quando caminhava pra casa eis que avista ela, Eloísa sua musa do tempo de adolescência, não poderia estar mais bonita, cabelos longos, seus olhos verdinhos davam a ela uma beleza estonteante, ele pára, não consegue dar apenas um oi, Eloísa marcara seu coração como uma flecha envenenada, hoje parecia estar vestida para provocá-lo, desfilava seu t-shirt amarelinho, com uma blusa branca, desabotoada de maneira provocante, pois deixava seus belos seios sugestivamente um pouco a mostra, de frente mostrava belas pernas muito bem desenhadas pela natureza, ele delira, sonha ao ver que Elô havia evoluído em beleza e apresentação pessoal, uma diva estava ali diante dele, o calor natural da região faz com que as pessoas usem roupas leves e andem de forma descontraída, ele aproxima-se e arrisca um contacto direto, _Oi, como vai esta rainha?
_Oiiii, que surpresa agradável, podia esperar tudo, menos você por aqui, que nave te trouxe da praia para nosso caldeirão?
_Saudades de você, dos nossos passeios, das nossas festas, das coisas que deixamos esperando por nós, você está linda, uma escultura monumental...
_Nossa, assim você me deixa envergonhada, mas antes ser elogiada do que ignorada...
Diante da ótima recepção ele arrisca um convite, _Quem sabe sentamos um pouco para colocar em dia nossas novidades?
_Boa idéia, estou louquinha para saber o que mudou com esta ida para o Rio...
Andaram um pouco em busca de uma sombra, ao sentarem, flores começaram a cair da árvore suavemente balançada pela brisa que amenizava o calor do final de tarde, _Belo visual, disse ele, você ainda gosta de final de tarde?
_Adoro, sou uma apreciadora do cair da tarde com sol vermelho, dá um contraste todo especial, deixando a cidade colorida...
Com flores caindo no cólo é melhor ainda, disse ele, colhendo algumas que caiam sobre as pernas dela e deixavam também aos poucos seus cabelos coloridos com belas e miúdas flores, ela deixava ser acariciada de leve pela mão dele, aos poucos relembrava o carinho dos tempos de adolescência, _seu cabelo está muito bonito, comentou ele, aliás toda está linda, hoje você é um verdadeiro complexo de beleza, enquanto encostava-se um pouco mais, agora seus corpos estão coladinhos, sem espaço para qualquer medida entre eles, _acho que é natural das Virgiinianas, ficar mais bonita com o passar do tempo, ou você não é mais virgem? Brincou ele...
Ela sorriu descontraindo o momento, sou virgem no signo e na alma, acho que morrerei assim, sendo virgem e amando os Engenheiros do Hawai, adorando este pôr do sol, as tardes para um sorvete e a noite para um chopinho descontraído...
_Bom saber destas coisas, enquanto acomoda o cabelo dela, deixando a mão acariciar o pescoço, ela delicia-se com isto, ele, deixa delicadamente a outra mão sobre as pernas dela, que parecem tremer de tanta satisfação e prazer, ela está linda, os olhos brilham, o coração bate forte, a respiração parece fugir, os dois procuram sentir a temperatura um do outro, delicadamente ele beija aquele rosto lindo, pele morena de uma cor delicadamente bronzeada pela própria natureza, ele de leve observa a cor daquela pele e admira seus lindos seios, de um tamanha exato aos desejos masculinos, -Engenheiros, qual a música?
_Pode ser uma especial pra você, não quero seduzir teu coração turista, não quero te vender o meu ponto de vista...
_AH, não tenha medo, seduza meu coração, voltei para comprar seu ponto de vista, voltei para ser seduzido, possuído pelo seu coração...Enquanto isto ela olhou dentro daqueles olhos castanhos, como na sua adolescência, pegou pelas mãos, ficaram bem pertinho um olhando nos olhos do outro, os cabelos longos, macios, perfumados caiam sobre a face dos dois, em meio àqueles cabelos castanhos e longos, eles saborearam um longo beijo, apertaram-se um ao outro, tiveram as flores que caiam sobre eles, como testemunhas, o sol lá longe ia se pondo aos poucos, estavam envolvidos, abraçados, penetrados um no outro, ela não esperava por aquele encontro, ele sequer calculava, mas sem admitir, os dois imaginavam, sonhavam, nas conversas por MSN, admitiam-se apenas amigos, mas no intimo sabiam-se amantes, a distância impedia-os, tornava aquele encontro apenas uma utopia gostosa de sonhar, entre eles naquele momento havia uma desesperada busca pelo sentido, mas aos sonhadores a realidade está sempre possível, aos poetas e aos amantes, não há distância, há apenas saudade.
Passado um tempo voltaram à realidade, olhavam-se encantados, ele delicadamente acaricia o cabelo, o rosto, aquele corpo maravilhoso e sonha, viaja, ela, aceita os carinhos e compartilha do mesmo encantamento, as flores agora misturam-se à beleza dela, levantam e passeiam de mãos dadas, _Onde vamos? Pergunta ele, _Sei lá podemos ir a um barzinho? _Sendo assim sugiro um jantar, algo especial, barzinho deixa pra amanhã, hoje é um dia especialmente romântico para nós, não quero deixar a vida me levar, quero eu levar a vida.
Assim foram jantar, naquela noite, tudo poderia acontecer, houve o reencontro do amor e o nascer da paixão, Eloísa, queria de algum modo seduzir aquele coração turista...
(Vocês decidem, paramos ou...continuamos para ver até onde vai esta busca desesperada pelo sentido?).
Por; Wcastanheira
Um delicado mimo pra minha amiga Eloísa, uma menina desesperada pela busca do sentido, uma conexão deliciosa do RS com Nova Mutum, pra você minha linda, bjos, bjos.

sábado, 17 de outubro de 2009

Jornal Zero Hora 18/10/09

VOcê concorda com a lei antifumo?
Concordo. A lei deve ser aplicada com severidade, mas com muita informação e dedicação à causa podemos diminuir o impacto social, apenas os fumantes mal-educados irão insistir, o ato de fumar é um vicio e como tal deve ser tratado, o lamentável é que alguns pais não tratam de impedir seus filhos em começar a fumar, veem o ato como normal, inclusive como um mal menor, proibir, restringir espaços, é uma ação de coibição, necessária à saúde pública e social e até higienica, o fumante quase sempre infringe normas básicas de higiene.
Wanderlen Castanheira
Marítimo – Tramandaí

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Kesy, a rainha da ilusão.

Naquele final de tarde Kesy passeava descontraída pelos jardins do Campus Universitário, muitas provas, destava exausta, realmente quase no limite da sua capacidade física e mental, ele trajava uma bermuda clara Pierre, uma camisa branca com alguns botões desabotoados o que mostrava seu peito muito bem malhado, óculos Boss mostravam seu bom gosto, um jovem professor, Kesy vestia uma bela saia branca com generosos detalhes laterais que deixavam um pouco à mostra, suas belas pernas, uma blusa azul bem clarinho, delicadamente desabotoada ao peito permitia visualizar detalhes do seu bonito busto, cabelos soltos, combinavam com seus óculos de sombra com bonitos aros, ele quando viu a moça do elevador, a mesma de ontem e hoje, ali, sentada, com alguns livros ao colo, não resistiu.
_Oi, boa tarde
_Boa tarde, respondeu ela com um meio sorriso ao levantar o olhar deparando-se com o professor de uma colega da turma de Medicina
_Incomoda-se com minha companhia?
_Pode sentar, estou precisando conversar um pouco, cansei de tanto estudar...
_Foi muito bom encontrar você, nosso encontro no elevador, foi tão furtivo, sequer tivemos tempo de nos apresentar, mas valeu pra gravar sua imagem na minha retina
_Nem havia imaginado que você tinha gravado-me na sua memória, nossa parece obsessão
_Não diria isto, pra mim é simpatia a primeira vista, você tem brilho, tem uma luz muito forte neste olhar castanho, adorei a combinação do seu cabelo com a cor dos olhos, hoje está ainda mais bonita que ontem, acho que mulheres com vestido sempre ganham um brilho especial, aproximou-se dela sentindo o delicado calor do corpo juvenil de Kesy, ela não recuou sequer um pouquinho, perecia muito bom estar com ele, usava um perfume muito agradável, vestia bem e parecia uma conversa bem fundamentada, pensou ela, uma bela espécie masculina, bonito e educado, algo em extinção.
_Podemos conversar um pouco ou espera por alguém, arriscou ele
_Podemos, estou de graça mesmo, esperar?Ultimamente, prefiro não esperar por ninguém, ando muito desiludida com namoros
_Não falei em namoro, nós, podemos conversar ir até o barzinho, tomar um chá, um café, falar de tudo um pouco, marcar um reencontro para amanhã, sem sermos namorados, você tem compromisso com alguém?
_Estou aprendendo a ser solteira, hoje sou a Deusa da ilusão, quero sonhar, delirar com pensamentos em coisas boas, namoros só tem me trazido tristezas quando terminam, agora não quero mais entrar em barco furado, acho que preciso é de um companheiro acima de tudo...
_Você está muito triste e o mais perigoso, parece-me revoltada, pegou-a da mão, sobrepostas às belas pernas e deixo-a cair sobre elas, ela aceitou parecia-lhe um carinho natural, com a outra mão acomodou delicadamente seus cabelos, deixando-a pousar sobre o ombro de Kesy, ficou ali por um pouco, apenas admirando a beleza dos olhos castanhos, ela encostou-se bem a ele e falou: _Revoltada não, apenas decidi parar e pensar um pouco tive três namoros anteriores nos quais acho que errei no mesmo lugar, então é hora de mudar, agora quero primeiro conhecer muito bem a pessoa, sou libriana, acho que Libra tem disso, só após conhecer pode firmar um relacionamento de parceria, de fé um no outro...
_Legal, disse ele, o que a chave disse pra fechadura?
_Não sei
_Vamos dar uma voltinha?
Ela riu, num riso aberto gostoso, um sim sorridente, mostrando a alvura e o alinhamento do seu bonito sorriso, apertou a mão dele, contra a perna, levando-o a sentir o calor intenso daquele colo, levantaram e saíram assim de mãos dadas a passear pelos jardins do Campus, ele passou uma das mãos pela cintura dela e se deram um abraço bem apertado, coladinho, sem espaço, anairóbico, -Gatinha linda, disse ele, beijando delicadamente sua face, -vamos ao bar ou aceita um passeio até a praia?
_Praia, esta hora, já é quase noite?
_Quem disse que a noite é proibido beber um chope, petiscar, dançar, conversar, encantar-se olhando o luar, uma pena você não saber destas coisas, vem comigo, vou te mostrar um pouco desta beleza nesta noite linda, e foi levando Kesy até o carro, ela deixava-se conduzir, precisava viver uma emoção um pouco mais forte, sendo com aquela bela espécie masculina, aí então com certeza seria um bom motivo para um recomeço...
Passado pouco tempo já estavam no calçadão do Leblon, o ar agradável, o luar acompanhava-os por onde andassem, kesy a Deusa da ilusão, permitia-se viver mais uma ilusão para ver até onde tudo isto poderia transformar-se em realidade, ela , a rainha da ilusão, não resistiu à tentação de experimentar uma nova e doce experiência de viver um novo amor...
Por: Wcastanheira Num momento em que os anjos dedidiram fazer uma singela homenagem à Kesy, a menina mini médica, a rainha da ilusão, bjos, bjos.