Pesquisar este blog

sábado, 15 de janeiro de 2011

Uma noite, na bela ilha de Itamaracá, com Silsil, a musa de Salguiro.





Naquele dia, parece que a natureza preparou-se para receber a menina Silsil, o luar descia plácido sobre a ilha, as pessoas descansavam em redes e em bares noturnos ao sabor da brisa marinha, do luar e de boa música, constelações estrelares esculpiam com pontos iluminados o lindo céu de Itamaracá, Silsil, estava linda, um pingente descia e acomodava-se em belo lugar no seu peito juvenil, usava um belo chapéu que dava a ela um ar de menina sedutora e sapeca, o chapéu e seus belos óculos dão a ela um aspecto de mulher atrevida, convidativa a estar junto, gosto de vê-la assim, meus olhos descansam na harmonia do belo conjunto.
_Tiio que beleza esta ilha, nem imaginava que era tão linda assim, visse...
_Mandei prepará-la especialmente pra você, minha musa, a noite enluarada e o céu estrelado, eu te darei o céu meu bem e o meu amor também...
_Ah tá...
Enquanto nos sentávamos a uma rede predisposta num barzinho à beira mar.
_ Vem senta aqui, bem pertinho, encostadinha.
Silsil, não hesitou em dividir a rede comigo, enquanto tomávamos uma saudável água de coco, numa mesa ao lado o garçom preparava um jantar dedicado à rainha da ilha...
_Vamos jantar?
-Ah tà, mas onde?
_Vem comigo e te mostrarei o céu, fica tranqüila, respira, encosta teu corpo aqui pra te aquecer...
_ Ah tá, com você não sinto frio, visse?
Andamos um pouco quando repentinamente sob um belo luar, uma brisa marinha que balançava delicadamente aos cabelos de Silsil , despontava um céu pontilhado de brilhantes estrelas, num ambiente de paz e exuberantemente lindo, a mesa estava preparada especialmente para receber a bela e radiante musa de Salgueiro.
Uma música agradável acompanhava-nos, o garçom trazia belos camarões gratinados enquanto bebíamos um bom vinho da serra gaúcha, uma lagosta no bafo com manteiga parecia atender ao refinado paladar da musa de Salgueiro..
Após o jantar nada impedia um belo passeio à beira mar, saborear das delicias de um luau com boa música e muita gente sentindo a natureza à banhar os pés, as pernas, deixamos que a natureza marinha viesse dar um sabor salgadinho a nós dois, a madrugada invadiu nossas vidas e sem perceber já estávamos quase no outro lado ilha, onde fizemos de um forte inativo, nosso adormecer em natureza esplêndida, encostei meu corpo já cansado num quase confortável canto, deixei Silsil recostar-se entre minhas pernas, acomodei seu cabelo macio, enquanto beijava seu pescoço moreno, percebia o arrepio percorrer a pela morena da moça, nisso ela contorcia-se enquanto senti seu corpo colar no meu, ficamos ali, namorando a beleza de um céu estrelado e a maravilha da lua, testemunha ocular daquele momento, a noite envelheceu, a madrugada se fez criança e nós adormecemos a espera que o sol de um novo dia viesse testemunhar nosso encontro na ilha de Itamaracá...

Por: Wcastanheira Em delírios de um final de tarde, uma noite na beleza da ilha de Itamaracá, com Silsil a musa de Salgueiro, finalmente sonhar, delirar e viajar, são pertences à poesia e direitos dos poetas e poetizas. Pra vcs bjos e bjos

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Amante á moda antiga...Rei Roberto Carlos.





Eu sou aquele amante à moda antiga, do tipo que ainda manda flores

Aquele que no peito ainda abriga, recordações de seus grandes amores

Eu sou aquele amante apaixonado, que curte a fantasia dos romances
E fica olhando o céu de madrugada sonhando abraçando a namorada
Eu sou do tipo de certas coisas, que já não são comuns nos nossos dias

As cartas de amor, o beijo na mão muitas manchas de batom, daquele amasso no portão

Apesar de todo progresso, conceitos e padrões atuais
Sou do tipo que na verdade sofre por amor e ainda chora de saudades

Porque sou aquele amante à moda antiga, do tipo que ainda manda flores

Apesar do velho tênis e da calça desbotada

Ainda chamo de querida a namorada
Roberto Carlos


Por: Wcastanheira Num final de tarde onde achei q o melhor seria copiar ao Rei, o dia foi de muita tensão, decisões dificeis, reuniões complicadas, cortar, reduzir gastos, onde se vê em alguns setores um festival de distribuição de agrados, enfim, espantei aos anjos, ficaram assustados os querubins, porém creio na volta deles com minha inspiração, minha poesia há de voltar, além disto o poeta está com uma saudade presa, enrustida. Pra vcs bjos e bjos.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pérolas de Quintana nesta quarta feira, pra nós...

O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você.
Mário Quintana

DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
Mário Quintana


Por: Wcastanheira Nas quartas feiras, meu compromisso em oferecer às visitas, poemas, contos ou pérolas do poeta anjo. Pra vcs bjos e bjos.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Não me procures, entre teus amores....





(Uma foto de saudades...)
Não me procure entre teus amores, nem tão pouco me imagines entre os desamores, não tive tempo de sê-lo, nem de te fazer feliz ou quem sabe te fazer infeliz, foi o destino nada aconteceu, conforme eu quis.
O tempo foi apenas o tempo de te gostar, um tempo de quase,mas apenas quase, te amar.
Teu sorriso leve, solto de menina as veses calma em outras aflita, sempre dizendo, _ah para, não me agita, nosso tempo foi o tempo de gostar, precisávamos um pouco mais, apenas um pouco para amar, guardarei comigo a certeza de ser teu amigo, deixarei o tempo apenas passar quem sabe o tempo me permite te reencontrar e te olhar, te admirar, ver teu jeitinho de menina neste corpo de mulher e perceber tua aflição ao ver o que o homem de ti quer, que importa o tempo se dele nunca fugisse, se mesmo de longe lembrarei você dizer, _visse.


Por: Wcastanheira Em delírios de um final de tarde, pensando. delirando na menina companheira destes finais de tarde que partiu, mas prometeu voltar, visse. Pra vcs bjos e bjos.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Um passeio com Silsil a moça de Salgueiro...





Com a companhia da beleza e da jovialidade da linda Silsil, decidi permanecer um pouco mais em Recife, finalmente a rotina pode esperar, o trabalho pode descansar, quando há um chamado maior e a este dou o nome da bela gazelinha pernambucana, após nosso jantar na orla da bela praia da Boa Viagem, esticamos abraçados, enlaçados a um lindo passeio pelo calçadão à beira das areias, admirando aos coqueiros e de vez em quando bebericando uma água de coco agradável num canudinho a dois, Silsil estava linda, exuberantemente convidativa ao desejo masculina, naquela noite. _Quem sabe subimos um pouquinho e admiramos lá da minha sacada a beleza da praia, dos coqueirais, do mundo, da magia...
_Ah, tiiio, não sei, acho que hoje quero ir pra casa, a gente sai amanhã e vamos pra Olinda que tal, lá é muito legal, visse?
_Uaauuu que peninha, a noite envelheceu já é madrugada, está acordando novinha, ainda uma criança, porém se você quer deixar escapar por entre os dedos nossa ainda jovem madrugada, deixo você em casa para que possa perder de ver comigo a magia de um lindo amanhecer neste paraíso oferecido aos nossos olhos...
Aquela madrugada foi inquietante, a bela paisagem da minha sacada parecia sem cor, sem vida, porém ao poeta que tanto sonha e delira, era apenas uma expectativa transferida de dia, Silsil tinha o direito de usar o não, é prerrogativa das mulheres, pois então, mais ainda das musas, elas lidam com a imortalidade da alma e pensam ser donas também da imortalidade do corpo, ledo engano, só a poesia e o encanto da alma não morrem.
Desci, fui até o endereço citado, uma espera de minutos porém parecia-me uma eternidade, pernas inseguras, mãos angustiadas, suadas, respiração ofegante, ar escasso, essas coisas de primeiros encontros que nem mesmo aos poetas permitem o auto controle, repentinamente ela surge ao portão, um vestido lindo, inteiro, pouco acima dos joelhos, de alcinhas, deixando seu ombro moreno e bem desenhado à mostra, um vestido branco, com delineada cintura e um conjunto de encantar ao mais exigente amante, tremi, mas andei, segurei-a pela pontinha dos dedos, deixei escorregar minha outra mão à cintura dela, puxei suavemente, sem encontrar nada mais que um belo sorriso, encostei meu rosto ao dela, nossas bocas encontraram-se sem qualquer programação, nossos corpos colaram com espaço anairóbico, sequer um facho de luz cabia entre eles, Silsil atirou-se no deleite de um carinho prolongado, de beijos repetidos, enquanto nossas mãos não sabiam ao que procurar, assim apenas percorriam frenéticas ao corpo um do outro...
_Pra onde deseja ir a dama de Salgueiro?
_Pra onde irá levar-me o cavalheiro do Sul?
-A um mundo de sonhos, a um paraíso de amores ou quem sabe pra lá do horizonte, pois lá deve haver um lugar bonito e tranqüilo, pra gente se amar...
_Você é um eterno romântico, não me dá o direito de pensar, de optar...
Assim nos dirigimos para a bela e encantadora Olinda, gosto muito da magia desta cidade, sou um gaúcho com Olinda no coração, suas praias, suas areias e ladeiras, realmente dizem muito à alma de quem admira a beleza da natureza, até a Princesa, um dia disse. _ Ó LINDA!! E ficou Olinda.
A tarde descia suave, com um sol ainda forte sobre a beleza da praia Nossa senhora do Ó, decidimos provar da descontração dos seus bares e namorar nas palhoças, Silsil não gosta muito de tomar sol, diz que a natureza já deu a ela o tom exato para alimentar seu orgulho de morena pernambucana...
Acomodando, encaixando a linda morena em meu abraço, fomos esperar a noite no Rio Doce e Casa Caiada um delírio de areia branquinha, delicadamente, devagarzinho, Silsil foi descendo seu vestido branco, suas curvas delineadas, seus ombros tomaram outros contornos ao emendar com as costas maravilhosas, estava toda de branquinho, um delírio aos olhos do tio e ali, tendo a praia como concordante testemunha ocular nos envolvemos em deliciosos e demorados carinhos, deixamos fluir a preliminar dos desejos, a menina relaxou, deixou-se cair no mais cãndido desejo de ser amada, de receber o carinho quente envolvente do tio, enlaçou-se, encurvou-se, encaixou-se como uma mulher que abandona seus preceitos, que deixa cair o véu da resistência, não sei se alguém já amou assim, porém pareceu-me o mais profundo e encantador ato de amor entre duas pessoas, o amor é assim, é sem graça para os outros, experimente ler uma carta de amor de outra pessoa,parece sem sal, sem açúcar, agora leia uma palavra sua ou pra você, o mundo pára, a magia envolve e tudo toma cor e estado de graça, a tarde se fez envelhecida, a beleza de um por do sol em Casa Caiada é algo quase que indescritível, ficamos ali, abraçados, meio sentados, meio deitados acariciando aquela natureza e ao nosso momento...
_Tio, pra onde vamos?
_Sei lá, não conheço muito por aqui, porém se a moça desejar uma aventura especial, saborear um jantar dos deuses, admirar um anoitecer encantador, quem sabe curtir um lual dos mais belos, podemos ir até a ilha de Itamaracá, vamos?
-Uaauauu, que beleza, acho que vai ser muito legal, visse, você merece um xero, tio...
A noite na ilha de Itamaracá, é dos sonhos, da fantasia e a fantasia é a magia dos amantes, eles preparam-se para momentos inesquecíveis, quem sabe um jantar de frutos do mar ao luar, apenas um dos encantos da mágica Ilha de Itamaracá.


Por: Wcastanheira Um delírio dedicado a menina Silsil, à beleza da mulher pernambucana, ao encanto das praias de Olinda e de carona um xero pra Salgueiro. Pra vcs bjos ebjos.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Silsil, a menina mignon, de Salgueiro...










Naquele dia decidi ainda ficar um pouco mais em Recife, a moça que conhecera um dia antes, morena mignon, vestido curtinho,pernas curtas porém muito bem torneadas de um olhar profundamente instigante, uma franja quase inesquecível, não saía da minha cabeça, estava absorto pela beleza juvenil da moça de Recife, passeava inquieto pelas areias da praia da Boa Viagem, quando repentinamente usando um minusculo shortinho jeans, uma blusinha marron tomara que caia, surge ela a moça de Recife, como que por encanto, como num passe de mágica, porém pensando bem, nada de sobrenatural, pois naquele pedaço de chão desfilam as maiores beldades da praia da Boa Viagem, não resisti, mesmo temendo um sonoro não, cheguei próximo à moça, _Oi beleza do tio, que faz tamanha simpatia desfilar por aqui?
_ Oi tiiio que beleza te encontrar sobrenadando por estas areias brancas...
Nos abraçamos como velhos e bons amigos, beijei seu rostinho moreno num beijo beeeem encostadinho naquela boquinha sedutora e convidativa, em algum momento senti o gostinho da sua saliva juvenil, ficamos ali, pendurados um ao outro por um bom tempo, suas coxas quentinhas e morenas encostavam às minhas, sua blusa parecia que deixaria a qualquer momento seus delicados seios saltarem para que ficássemos pele com pele...
_Garotinha do tio, nem sei como te chamar, desde nosso último encontro não nos apresentamos direito.
_Uauau, tiiiio, meu nome é dificil de aprender, mas pode chamar-me de Silsil
_Silsil?
_È, sou assim pequenina, meio tipo Frajola então minha turma achou que Silsil ficaria bem e eu gostei, ficou assim, Silsil...
Pensei com meus botões (quase todos desabotoados neste momento) taí um nome que cai bem, olhando para a beleza daquele cabelo com uma franja meio em desalinho, para a quelas coxas curtinhas, pequenas, porém instigantes ao instinto masculino, parei meu ponto de observação naqueles peitinhos do tamanho exato para provocar o delírio de um homem, vendo-me assim, babando, tontinho, Silsil faz um convite ousado porém nada surpreendente para a jovialidade interesseira da bela moça pernanbucana.
_Quem sabe a gente sai daqui, vai até um restaurante, come alguma coisa e depois estica a noite por onde o tio achar melhor? Uauauau viajei, delirei, sair na noite de Boa Viagem com a menina Silsil, passa de um sonho, é um passeio de causar inveja aos moços da praia, eu, um tio agraciado com a beleza morena e mignon de Silsil...
Subimos a areia branquinha da praia, ela andava quase pendurada ao meu ombro, eu sequer percebia o peso pena daquela presa dócil e saltitante.
Chegamos a um restaurante sombrio da orla, Silsil sentou bem encostadinha, minha mão delicadamente procurava suas coxas quentinhas, enquanto Silsil descontraía-se em sentir discretamente o pulsar da minha paixão, deixou cair sua mãozinha a apertar meu instinto masculino agitado, febril, louco por aquela mignonzinha de Salgueiro...
Aos poucos meus olhos iam invadindo o interior daquela blusa tomara que caia, que insistia em não cair, porém parecia cada vez menos ter o poder de suportar a ancia que seus seios tinham em saltar para participar da festa de nós dois.
Silsil jantou, eu...quase jantei, dei a ela pequenos pedaços e ganhei alguns pedacinhos de carinhos ao entremeios de alguma comida, encostou a cabecinha ao meu ombro e ronronou delicadamente ao meu ouvido, tal gatinha manhosa, _Tiiio e agora pra onde vamos? tô tão cansadiiinha....

Por: Wcastanheira Dedicada a Silsil, um menina mignon de Recife que adora passear em Salgueiro, meu carinho e admiração pela inteligência e pela sua bela filosofia de vida, permite-me viajar, delirar, sonhar...Pra vcs bjos e bjos.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O tempo...Na reabertura do ano, na quarta feira de Quintana, um mimo



























A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mário Quintana


Por: Wcastanheira Quartas feiras de Quintana, uauau como é bom voltar, ter estado com pessoas diferentes e saber q de um modo ou outro, adicionei pessoas ao meu relacionamento, sentir saudades, estar de volta ao aconchego, isto é muito bom, ter um ninho para aquecer sonhos e poder sonhar ilusões, poder por aqui, encontrar pessoas para viajar, delirar, sonhar, já q sonhar é pciso, sem apreocupação do status, do ser ou não ser, o importante é...Viver e viver vale a pena. Pra vcs bjos e bjos.