A noite de Milinha fora completa, exaustiva, desgastante, ela estava sem energias, mas que bom quando perdemos as energias amando, parece que renascemos, parece que outra vida começou, um pouco de tudo aquilo que era, já não é mais, quanto tempo de espera sem ele saber, Mila teve medo em todos os encontros de se expor, esperou pelo momento certo, a hora exata, ele também, viveram nesta noite de amor imenso, esperado,sem que um soubesse do desejo do outro, quando tudo parecia casual, coincidências, não era, eram ações para que o amor, a tesão fosse notada, uma inocente visita à suíte do Copacabana Palace, apenas para satisfazer curiosidade, como as mulheres são curiosas, um momento forte, quase irresistível, finalmente, pra quê resistir? Tudo tão lindo, uma companhia no mínimo, agradável, um ambiente romântico, cinematográfico, uma vista fantástica de sonho, meio utópica, a sacada daquele local é algo irresistivelmente lindo, o metro quadrado mais admirado do Brasil, Milinha estava ali, seu amor estava ali, um sentimento meio paternalista, mas um sentimento forte que ela ainda não sabia explicar, tudo isto ela pensava enquanto esperava-o terminar de vestir-se e dar alguns telefonemas, para um passeio na cidade maravilhosa.
Ela volta-se e o vê, de bermudas alinhadas, uma blusa Pierre, com óculos que modelam seu rosto cinqüentenário, tênis branco, um belo exemplar, pensou ela, usado, mas ainda em ótimo estado, a noite dissera e mostrara isso a ela, estava desgastada fisicamente, que noite!! Milinha vestia uma roupa delicadamente escolhida por ele, vestida nos detalhes por ele, um short saia amarelinho, combinando com uma bela blusa solta em branco, com botões azuis, cabelos soltos, lisinhos com a impecável franja a descer sobre sua testa, ele adora vê-la assim, Milinha fica linda, tênis branco meias soquetes amarelas, com um belo contraste em brincos e colar dourados...
Mila não resiste ao ver seu amado, _Nooossa, tá um gatinho, aonde vai?
_Vou dar uma volta, ver se encontro uma loirinha gaucha pra passear um pouco...
_Ah, quero ir contigo, não vou deixar este coroa lindo, solto por aí, ainda mais vestido assim, tão gostosinho...
Ele foi de encontro a ela, abraço-a com ternura, alisou seus cabelos, acarinhou seu corpo inteiro, não sem parar por um pouquinho nas partes mais quentes e tentadoras, tendo-a apertada com todas as forças sobre seu corpo, beijou-a, saboreou-a, deliciaram-se por um bom tempo, estavam encostados à amurada da sacada, a praia como testemunha ocular, o sol de um sábado lindo iluminava os corpos entrelaçados, colados, unidos sem qualquer espaço vazio entre eles...saciados, decidiram descer ao saguão...
_Para onde vamos? Voltou a questionar ela.
_O que interessa, hoje você é minha, não foi isto que disseste ontem? Disse que ele foi viajar, então não vou deixá-la abandonada no Rio, é muito perigoso para uma menina do interior do Rio Grande do Sul, tem muito bicho papão aqui.
_Mas tu também, disse que precisava viajar de volta...
_A noite me fez mudar de idéia, viu? Você é a culpada, vamos até a Marina da Glória, mandei reservar uma lancha só pra nós..
_Uma lancha? Não, tu é maluco mesmo
_Maluco não, apaixonado, agradecido ao Pai do céu ao Deus Vênus, um tio feliz, tá bom assim?
_Ah, assim não vale, eu falava só de brincadeirinha, abraçou-o beijando-lhe deliciosamente, encostando bem seu corpo esguio no corpo dele, finalmente chegaram Parque Marina da Glória, lindo, rico, ambiente sofisticado, o fino da burguesia carioca.
_Nossa, que coisa linda, nunca houvera visto algo tão maravilhoso, um desbunde isso aqui...
_Calma, gatinha, é só o cartão de entrada, o show ainda nem começou, dirigiram-se a uma linda lancha de três deks, um Yate, guarnição completa, marinheiros, comandante e um cozinheiro, após a saudação, dirigiram-se aos aposentos especialmente preparados para recebê-los, rosas amarelas dispostas em vários cantos, especialmente no dormitório, cravos, rosas e orquídeas amarelas, delicadamente sobre a cama, um pacote, ele pegou-o e falou, _pra você.
_Pra mim?
_É, pode abrir, é todo nosso...
Ao abrir, depara-se com um lindíssimo biquine amarelo claro e uma saía de tenista, todos tamanho 38, seus olhinhos azuis, brilharam, sua alegria era visível, _como sabe meu número, seu danadinho?
_Não apenas tiro a roupa, também observo detalhes, achei que seu corpo ficaria lindo neste contraste de tom sobre tom, decidi pegar o telefone, encomendar, aqui quase tudo é possível, não conheço ainda o limite...
Enquanto isso, subiram ao deck principal, para admirar as belezas que só o Rio tem para oferecer, o comandante chega até ele e pergunta, _Chefe, até onde vamos? _Ao paraíso, o céu é nosso limite, pode voar até lá? _Òh, infelizmente o Sr tomou o transporte errado, chamarei uma nave especial, _Não, não precisa, esta nave é especial, foi planejada para nos levar até o sétimo céu, inclusive o comandante e a tripulação, vamos dar uma volta na Baía da Guanabara, pode esticar até Cabo Frio, circundar Búzios, Lagoa Rodrigo e pernoitamos na Ilha de Paquetá, _belo passeio Sr, roteiro de quem conhece...
_também sou do mar...
O sol radiante da bela manhã, convidou Milinha a colocar roupa de banho, desceram pra isso, mas foi quase impossível diante de tanta beleza ele resistir, o ato foi demorado, experimentar, ficar com a roupa parecia impossível, foi um namoro duradouro, inesquecível, Milinha provou de todo o sumo dele, saboreou o gosto de tanta tesão, pela vigia da lancha avistava-se o Rio ficando pra trás, o contorno da Baía, ela encaixada de costas pra ele e de frente para a vigia, fizeram boa parte do passeio assim, recobrando forças, juntando energias, para um lindo dia que apenas começava, finalmente subiram, na proa, cadeiras espreguiçadeiras já os esperavam, um a mesa posta com gelo, guaraná, energéticos e champagne, além de frutas para revitalizar os dois amantes, o cozinheiro aproxima-se: _Madame, o que deseja almoçar?
_Nem sei, o que tem?
_O que desejar, quem sabe um filézinho de salmão no vapor com camarões rosa ao molho branco, acompanhados de um souflê de couve flor?
_Nossa que chic, aqui tem tudo isto?
_Aqui o cliente cria, a gente inventa e DEUS abençoa, minha Senhora...
_Então tá, achei uma delicia sua sugestão
Os dois deitados na proa deixavam a leve brisa refrescar seus corpos saciados de todos os prazeres, golfinhos brincavam aproveitando a água límpida ao longo da baía, o casal curtia o visual e os peixinhos à pular na proa...
Na hora do almoço, os dois desceram ao refeitório, ele sugeriu, _bebemos um Chateau rose? Combina bem com este peixe...
_Se tu ta dizendo, concordo
Sentaram juntinhos lado a lado, _Porque você ta fazendo tudo isto pra mim?
_Não sabe? Eu estava devendo, quando nos conhecemos faz alguns anos, perguntei que presente você gostaria de receber, ao que ouvi, _levar uma vida de rainha, não me preocupar, receber tudo nas mãos, agora chegou minha vez, te oferecer um dia de rainha, então...
Almoçaram, deitaram na proa, o comandante diminuiu a velocidade, a lancha deslizava nas águas claras, límpidas de Buzios, a noite os espera na romântica Ilha de Paquetá, um sonho, uma viagem ao paraíso, atracaram suave na marina da ilha, ao descerem, uma limousine esperava, os olhos azuis de Mila brilharam, embarcou e após alguns minutos, desciam no castelo que fora, nada mais, nada menos, do que a família real, D Pedro II houvera morado ali, fazia dali seu posto de descanso, o que é isso, meu amor? _Uma noite de rainha, para minha rainha...
Serviçais receberam os convidados, castiçais iluminavam s a entrada e o ambiente principal, ramalhetes de flores amarelas decoravam os aposentos... _estou vivendo um sonho...
_Não, você está vivendo um dia de rainha...
Por: Wcastanheira
Milinha,provoca novo caos, mas ganha seu dia de rainha, tudo por um grande amor, a delicadeza e a paixão deste amor, até onde irão, não sei, o tempo dirá, que seria da vida não fora a paixão e as maluquices? Adoro a poesia e a aventura...
Momentos de devaneios, aproveitando-me dos Anjos q visitam aos poetas, cantar e prosar minhas subjetivas musas
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Ela veio sem avizar, apenas dar um, oi.
A tarde caia calma, o mar estava quieto, na caixa, as ondas num balanço suave, delicado, da janela podia observar o horizonte avermelhado, com uma bola ainda mais vermelha parecendo se por sobre a tranquilidade da lagoa aos fundos do apartamento, a quietude do ambiente contrastava bela com a candura harmonica da natureza que recolhia-se dando espaço a uma aura noturna que apresentava-se bela, alguém bate à porta, inquieto-me, não estou á espera de visistas, mas...(não uso olho mágico, um erro, mas um defeito meu, que fazer?).
Ao abrir, surpresa, com os cabelos parecendo os mesmo de muitos anos atrás,pretos, curtos, delicadamente cacheados, o sorriso com uma dentição delicadamente proeminente o que a faz ainda mais bela, perecia o mesmo de antes, elegante, feminina,, esbelta, ela sempre, desde menina apresenta com delicadeza seu ar esbelto, olhou-me, falou apenas_oi, e entrou...
Chegou como quem chega do nada, sabia do seu domínio, tinha convicção de que seria aceita, um sofá a esperava, como quem espera uma rainha, se apossou de tudo, da minha reação, do meu equilibrio, do meu, ser.
Não falei que estava surpreso, diria antes que estava, encantado, não falei que imaginava sua volta, diria antes que esperava-a para dar vida aos meus dias, foram muitos anos de angustias, muitas canções de esperas e poesia com rimas entristecidas.
Sentei aos seus pés, assim com as mãos entre suas pernas,olhei-a, fitei-a,admirei-a, aos poucos fui aproximando-me e aos poucos ela foi envolvendo-me, não havia o que falar, não havia sequer o que pensar, nos envolvemos num abraço do tamanho da nossa saudade, com a dimensão de muitos anos e com a infinitude da nossa paixão...
O sol se pôs, alua imensa tomou conta do oceano, prateando o mar, as janelas abertas deixavam um mar de luz transformar sua pele clara, numa cor de uma beleza pra mim indescritível, ela buscou este momento, não se fazia necessário perguntas, os atos davam sua resposta, o desalinho da casa, o desarranjo dos móveis, davam uma certeza de que loucuras aconteceram por ali.
Amanheceu, após um demorado banho, pediu pressa , tinha que ir, que fazer? Como prender quem sequer houvera falado que viria?
_Te telefono, falei
_Não, só passei aqui pra te dar um oi
_Te envio uma mensagem
_Não, não gosto de receber mensagens
Decidi, calar, após mais um longo e inesquecível beijo a vi solicitar o elevador, misteriosa como chegou, foi embora, voltará?
Não sei, mas novamente a deixei com saudades, nossa noite foi como tantas outras em tem passados, inesquecível, a deixei curiosa, creio que voltou apenas para matar a curiosidade, ver como estou, como tenho resistido a tantos anos sem ela.
Fechei a porta e marquei, 30 de dezembro de 19...
Por: Wcastanheira
N'uma tarde maravilhosa, com lembranças poétcas e...saudade, desnecessária, escrevi para satisfazer minha curiosidade, como sairia este conto e...saiu, assim...
Ao abrir, surpresa, com os cabelos parecendo os mesmo de muitos anos atrás,pretos, curtos, delicadamente cacheados, o sorriso com uma dentição delicadamente proeminente o que a faz ainda mais bela, perecia o mesmo de antes, elegante, feminina,, esbelta, ela sempre, desde menina apresenta com delicadeza seu ar esbelto, olhou-me, falou apenas_oi, e entrou...
Chegou como quem chega do nada, sabia do seu domínio, tinha convicção de que seria aceita, um sofá a esperava, como quem espera uma rainha, se apossou de tudo, da minha reação, do meu equilibrio, do meu, ser.
Não falei que estava surpreso, diria antes que estava, encantado, não falei que imaginava sua volta, diria antes que esperava-a para dar vida aos meus dias, foram muitos anos de angustias, muitas canções de esperas e poesia com rimas entristecidas.
Sentei aos seus pés, assim com as mãos entre suas pernas,olhei-a, fitei-a,admirei-a, aos poucos fui aproximando-me e aos poucos ela foi envolvendo-me, não havia o que falar, não havia sequer o que pensar, nos envolvemos num abraço do tamanho da nossa saudade, com a dimensão de muitos anos e com a infinitude da nossa paixão...
O sol se pôs, alua imensa tomou conta do oceano, prateando o mar, as janelas abertas deixavam um mar de luz transformar sua pele clara, numa cor de uma beleza pra mim indescritível, ela buscou este momento, não se fazia necessário perguntas, os atos davam sua resposta, o desalinho da casa, o desarranjo dos móveis, davam uma certeza de que loucuras aconteceram por ali.
Amanheceu, após um demorado banho, pediu pressa , tinha que ir, que fazer? Como prender quem sequer houvera falado que viria?
_Te telefono, falei
_Não, só passei aqui pra te dar um oi
_Te envio uma mensagem
_Não, não gosto de receber mensagens
Decidi, calar, após mais um longo e inesquecível beijo a vi solicitar o elevador, misteriosa como chegou, foi embora, voltará?
Não sei, mas novamente a deixei com saudades, nossa noite foi como tantas outras em tem passados, inesquecível, a deixei curiosa, creio que voltou apenas para matar a curiosidade, ver como estou, como tenho resistido a tantos anos sem ela.
Fechei a porta e marquei, 30 de dezembro de 19...
Por: Wcastanheira
N'uma tarde maravilhosa, com lembranças poétcas e...saudade, desnecessária, escrevi para satisfazer minha curiosidade, como sairia este conto e...saiu, assim...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Quando ela está triste!!
Ela anda triste, preocupada, quando ela está assim, minha poesia fica triste, meu texto quase inexiste, o mundo parece encolher, o horizonte parece encostar, meu olhar fica cabisbaixo e a esperança, fica esperando por ela.
Quem me dera saber apontar pra ela, os caminhos, o rumo da luz...sei lá, um modo que me fizesse importante na solução dos seus medos.
Ela está triste, com isto meu sorriso diminui, minh’alma inquieta-se, minha poesia entristece, com isto meus anjos ficam sem graça, minha dor encosta, o dia, não passa.
Ela está triste, com isto o poeta se ausenta, o tempo desfalece e o menino que há em min...desaparece.
Ela está triste e assim meu canto, inexiste, pra mim o mundo, está triste.
Por:Wcastanheira
N’um dia meio sem graça, meio sem inspiração, por onde anda, meu anjo? Ajuda-me, minha linda!
Quem me dera saber apontar pra ela, os caminhos, o rumo da luz...sei lá, um modo que me fizesse importante na solução dos seus medos.
Ela está triste, com isto meu sorriso diminui, minh’alma inquieta-se, minha poesia entristece, com isto meus anjos ficam sem graça, minha dor encosta, o dia, não passa.
Ela está triste, com isto o poeta se ausenta, o tempo desfalece e o menino que há em min...desaparece.
Ela está triste e assim meu canto, inexiste, pra mim o mundo, está triste.
Por:Wcastanheira
N’um dia meio sem graça, meio sem inspiração, por onde anda, meu anjo? Ajuda-me, minha linda!
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Quintana às Quartas.Um presente do poeta anjo!!
DAS UTOPIAS
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
Mário Quintana
DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
Mário Quintana
Das quartas feiras de Quintana ou será de Quintana das quartas?
O q sei é q espero por cada Quarta para presenteá-los(a) com esta delicia anjelical!!
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
Mário Quintana
DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
Mário Quintana
Das quartas feiras de Quintana ou será de Quintana das quartas?
O q sei é q espero por cada Quarta para presenteá-los(a) com esta delicia anjelical!!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Pra ser menino(a), basta crescer!!
Que seria da vida vida não fosse a poesia, o que seria?
Que seria da idade, da responsabilidade, não fosse o direito ao delírio?
Não pense em idade, venha ser criança, venha ser menina, a vida é tão bela ainda,vamos aprender a viver, pra ser criança basta...crescer
Deixe este passado, vivido, sofrido, venha aproveitar o que ainda resta do poema, da filosofia, vamos correr pelos campos, idade é métrica, tempo é vento, vidá é pra ser vivida até o ultimo momento, vem comigo, esquece o tempo, viva cada dia, mostre sua vida, sua vergonha e vamos a um bar, poetizar, delirar, amar...
Por:Wcastanheira
Em resposta a um recado da vida, delírios de um poeta.
Que seria da idade, da responsabilidade, não fosse o direito ao delírio?
Não pense em idade, venha ser criança, venha ser menina, a vida é tão bela ainda,vamos aprender a viver, pra ser criança basta...crescer
Deixe este passado, vivido, sofrido, venha aproveitar o que ainda resta do poema, da filosofia, vamos correr pelos campos, idade é métrica, tempo é vento, vidá é pra ser vivida até o ultimo momento, vem comigo, esquece o tempo, viva cada dia, mostre sua vida, sua vergonha e vamos a um bar, poetizar, delirar, amar...
Por:Wcastanheira
Em resposta a um recado da vida, delírios de um poeta.
Zero Hora 01/09/09
Na sua opinão o combate às drogas deve ser mais agressivo?
Com certeza os tempos mudam. As drogas têm efeitos mais letais. Woodstock passou, o mundo hippie é parte do passado, a geração paz e amor envelheceu, vieram o crack e outras drogas. Romantismo no combate já foi. Precisamos agir com inteligência, organização e proatividade.
Wanderlen Castanheira
Tramandaí (RS)
Com certeza os tempos mudam. As drogas têm efeitos mais letais. Woodstock passou, o mundo hippie é parte do passado, a geração paz e amor envelheceu, vieram o crack e outras drogas. Romantismo no combate já foi. Precisamos agir com inteligência, organização e proatividade.
Wanderlen Castanheira
Tramandaí (RS)
Para um amor perdido, um amor mal...vivido!!
Cada vez que te vejo mais aumenta minha certeza de que naquele dia, naquela hora, acertei na minha incerteza, hoje como que encantado, olho teu corpo, admirado, penso nas loucuras que fizemos, nos caminhos que percorremos, olho minhas mãos, vejo-as vazias, como que a pedir...devolva-nos àqueles dias, imagino em ti, o caminho dos meus dedos, o percorrer do meu sabor, a diferença, entre paixão e...amor.
Passaram os anos, se esvaiu o tempo e hoje revejo, que não te esqueci, que bastou um só momento, para de novo, sofrer, por ti, lembrar tantos risos, tantos passeios, tantos prazeres e muitos, devaneios, lembrar nosso quase amor, nosso quase sexo, nossa quase união, do concavo e o convexo, das horas esquecidas, das vindas e idas, óh minha amada, como é ingrato o tempo, para quem não pensa o pensamento, e assim quando te vejo em forma abstrata e pensamento ou devaneio, vejo-te ainda linda, o mesmo sorriso, concluo, o tempo não matou...o paraízo.
Por: Wcastanheira
Em momentos de viagens...do pensamento.
Passaram os anos, se esvaiu o tempo e hoje revejo, que não te esqueci, que bastou um só momento, para de novo, sofrer, por ti, lembrar tantos risos, tantos passeios, tantos prazeres e muitos, devaneios, lembrar nosso quase amor, nosso quase sexo, nossa quase união, do concavo e o convexo, das horas esquecidas, das vindas e idas, óh minha amada, como é ingrato o tempo, para quem não pensa o pensamento, e assim quando te vejo em forma abstrata e pensamento ou devaneio, vejo-te ainda linda, o mesmo sorriso, concluo, o tempo não matou...o paraízo.
Por: Wcastanheira
Em momentos de viagens...do pensamento.
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